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22 junho 2011

Leonardo Amuedo

Leo Amuedo, nascido em Montevidéu, Uruguai, no ano de 1967, aprendeu os primeiros acordes no violão aos 4 anos de idade com seu irmão mais velho. Quando sentiu que suas possibilidades no país estavam de certo modo limitadas partiu para a Holanda, onde tocou com diversos artistas, entre eles a magnífica cantora Trijntje Oosterhuis. Ele estava com 22 anos.

Em um dos vídeos de Al Jarreau conheci a bela holandesa Oosterhuis e através dos vídeos dela conheci o Leo Amuedo. O guitarrista e violonista conheceu Ivan Lins na Holanda, e após muitos convites, recusas, esperas (2 anos), Amuedo deixou o país dos moinhos de vento, dos tamancos e das tulipas e veio para o Brasil. Aqui ficou trabalhando com o autor de "Dinorá".

A seguir, vídeos com Ivan Lins, Trijntje Oosterhuis e solo.





06 março 2010

Alessandro Penezzi


Alessandro dos Santos Penezzi (Piracicaba, São Paulo, 19 de fevereiro de 1974) é um compositor, arranjador, professor e músico brasileiro. Violonista clássico (erudito) e popular, conhecido por seu estilo marcante na execução do violão de 6 (seis) e 7 (sete) cordas. Multiinstrumentista aclamado pelo público em suas apresentações, nas quais toca brilhantemente vários instrumentos musicais como: cavaquinho, bandolim, violão tenor, flauta transversal, flautim (flauta de lata), contra-baixo, guitarra, banjo, craviola, viola caipira e percussão.

(Wikipédia)


A internet é assim, uma coisa leva à outra. Estava escolhendo o vídeo apropriado para apresentar Raphael Rabello (post anterior) e vi um leitor comentando sobre Alessandro Penezzi. Fui ao You Tube e só não caí porque estava sentado. O cara é muito bom. Dizer mais o quê? Digam vocês. Esta é a sua arte.

30 janeiro 2010

Raphael Rabello



Eu conhecia Raphael Rabello de ouvir. Tomei um susto quanto soube que tinha falecido. Qual o motivo, uma pessoa tão jovem? Artista às vezes gosta de uma inspiração extra. Será que tinha abusado das "coisas"?

Li depois que sofrera um acidente de carro e que por conta de sucessivas operações e transfusões de sangue havia contraído o HIV.

Recuperado e tocando, mas bastante debilitado, acabou por sofrer uma apneia do sono e foi o fim.

Raphael Rabello seria o Segóvia brasileiro, eu acho que já era. Seu domínio do instrumento era fantástico, improvisava como ninguém. Acompanhou os mais destacados cantores da música brasileira. É um incentivo para os novos instrumentistas.

Aqui ele interpreta a peça Interrogando, de João Pernambuco, na qual introduz algumas linhas melódicas do seu entendimento.